Quem aqui não ouviu a frase: "Os PCs vão morrer" ou "os consoles vão morrer"?
Esse assunto eu já debati muito, descrevi linhas e mais linhas de argumentos, tanto tendendo para um lado quando para outro.
A minha conclusão: NÃO!
Mas não se engane, a tecnologia sofrerá uma conversão, uma adaptação que a levará a novos rumos. Tudo se adequará.
O mercado de hardware fechado (leia-se: consoles) é enormemente lucrativo para as empresas que o compõem. Mas como eles faturam se vendem seu console a preço subsidiado, tendo perdas ao invés de lucro para cada aparelho vendido?
Eles ganham para permitir que empresas como Activision e EA vendam os seus jogos para os seus consoles. Essa fatia que eles arrecadam chamando de royalties vai de 15 a 25% do negócio. Ou seja, para cada Call of Duty Black Ops II que é vendido, uma empresa pode levar até US$ 12,00 por unidade. Se você somar que nós já temos 12.561.893 unidades vendidas para o Xbox 360, por exemplo, então temos que a Microsoft já ganhou US$ 150.742.716,00 nessa brincadeira! E não se engane que a Activision levou algum prejuízo, pois só eles faturaram US$ 602.970.864,00 no console da Microsoft (e ainda temos que contar PS3,WiiU, PC Windows, PSVita, iOS e Android).
Numa plataforma aberta como o PC onde a Activision pode vender o seu software sem pagar esses royalties as fabricantes de consoles não faturam um dólar que seja.
Então é impraticável conceber que as empresas vão perder dinheiro abandonando suas plataformas para passar a usar o sistema mais aberto. Na verdade, outras empresas estão é querendo morder esse filão.
Quem joga/jogou num tablet (com pelo menos capacidade 3D, me ajudem aí) sabe que há um desconforto, que a tela sensível ao toque não auxilia tanto na jogabilidade, mas mesmo assim temos jogos com qualidade indiscutível, como Dead Trigger, Deadly Dungeon, HAWX, ShadowGun, Rayman Jungle RUN, Mass Effect e Dead Space. Alguns com versões para consoles e portáteis, outros exclusivos dos tablets.
Com um PSVita você pode hoje acessar internet normalmente, ver vídeos no Youtube, jogar, comunicar com amigos, com um tablet você pode fazer a mesma coisa, editar seus textos, fazer apresentações, usar para colar na prova e projetar casas usando um autocad! Lógico que você pode pensar: então o tablet é melhor? Não é bem assim, temos várias falhas que acompanham, por exemplo, o mercado Android: nem sempre aquele jogo que ali aparece como compatível vai executar no seu aparelho.
A convergência em que acredito é que o WiiU mostrou o primeiro passo, usando um sistema similar a um tablet para poder interagir com os jogos. Microsoft também veio com o seu Smartglass (que ainda não mostrou serventia real) e é bem provável que cada vez mais tenhamos uma integração dos mundos. Cada um pegando aquilo que é melhor.
Os consoles vão se aproximar mais das funções de um PC e de um tablet, enquanto que o PC busca a facilidade de um console (como temos o anúncio do SteamBox da Valve).
Nenhum deles morrerá, mas amadurecerão para agregar funções que antes era só de outro.
A própria Microsoft também começou esse processo, onde fez seu Windows 8 funcionando como se você estivesse manipulando um tablet.
Então, se alguém disser: 'consoles vão morrer', ria. Pois as chances são minúsculas, ainda mais com tanta gente querendo entrar. E se alguém disse 'os PCs vão morrer', ria mais ainda. Vão se aperfeiçoar, melhorar e expandir.
Vitrine da Tecnologia trará informações úteis sobre o mundo da informática a um clique do seu mouse. Prepara-se para saber mais do mundo Windows, Xbox 360, PlayStation 3, JAVA, AMD e nVidia.
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domingo, 13 de janeiro de 2013
Pode o tablet ameaçar aos consoles e PC?
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Distribuição Digital: prepare-se para o futuro
Gosta das embalagens dos seus jogos? Cuidado.
Existem duas lendas que circulam os mundos dos jogos eletrônicos:
Uma diz que a pirataria é o maior mal para as softhouses e seus lucros são prejudicados, principalmente na plataforma PC.
Outra diz que os jogos usados prejudicam muito mais as softhouses do que os jogos piratas, pois para cada jogo usado trocado ou vendido, a softhouse tem que continuar dando suporte mas não ganha um tostão com a transação.
Bem, discutindo a primeira afirmação, normalmente o consumidor de jogos piratas tem o problema sério de acesso aos jogos. Digo isso pois até por volta de 2009 eu era um desses consumidores, tendo um volume de download enorme de jogos piratas e pouquíssimas aquisições de originais. Hoje já é o contrário, onde não tenho a necessidade de nenhum download pirata, salvo quando não tenho acesso a uma DEMO do jogo e quero conhecer antes de jogar. Desculpe as produtoras, mas o que me resta é recorrer às distribuições Skidrow ou Reloaded dos jogos. Jogo pelo menos a primeira fase ou uns 30 minutos para tirar conclusão do jogo e ver se me interessa ou não.
Hoje tenho uma quantidade enorme de jogos originais que não serei capaz de jogar! Estou já próximo a 200 jogos para PC.
Outro fator é que o consumidor compulsivo de produto pirata não é um consumidor em potencial. Um dia poderá se tornar e todos aqueles jogos que um dia já até terminou, talvez vá querer ter original para poder relembrar bons momentos.
Já a segunda afirmação bate na parte que pessoas que não colecionam jogos não tem motivo para ficar guardando os que já terminaram. Então vendem o usado e partem para aquele lançamento que tanto inrteressa. Polêmicas à parte, eu considero válido esse ciclo de reciclagem dos jogos. Mas as empresas não.
Três soluções foram estão em funcionamento hoje em dia (e às vezes usadas de forma combinadas):
1. Ativação de Key do jogo exclusivamente para uma conta cadastrada e intransferível;
2. Distribuição digital que atrela o jogo somente à conta que o ativa;
3. Passe digital que permite que somente uma conta jogue o modo multiplayer.
Hoje ainda podemos dizer que a distribuição exclusivamente digital não é possível em larga escala, pois vários países possuem acesso limitado à internet (oi, Brasil), mas é evidente que no futuro próximo isso será o padrão e provavelmente não veremos mais jogos expostos na prateleira.
Peter Moore já desclarou a intenção da EA de vender os seus somente em formato digital em até cinco anos, outras empresas já possuem lançamentos que estão sendo distribuídos somente nesse formato e agora a Rockstar anunciou que provavelmente GTA V não terá mídia física.
Isso representa uma mudança de mentalidade não só das softhouses, mas também dos consumidores, pois as empresas não tomariam essa atitude se não fosse lucrativo. A previsão é que já em 2011 as vendas digitais ultrapassassem as vendas em mídia física, com certeza em 2012 já serão maioria.
A comemoração com isso é compreensível: as softhouses estão maximizando os seus lucros, pois não estão arcando com embalagens, manuais, gravação de mídias, transporte e outros custos que envolvem uma distribuição nesse formato.
Por esse motivo vários jogos nunca chegaram a dar à luz no Brasil, mas com a distribuição digital o jogo é lançado no exterior e, imediatamente, está disponível aqui.
Agradará a uns, mas desagrada a outros. Dentre os pontos que desagradam estão o preço salgado. Oras, se o jogo em mídia física custa por volta US$ 49,99 ou US$ 59,99, por qual motivo custaria o mesmo em mídia digital? Você tem bem menos "atravessadores", menos custos a incluir. É, de certa forma, injusto.
Se os jogos distribuídos de forma digital tivessem um preço mais baixo, não poderia atingir um público maior? Não havendo problema de espaço não seria melhor então eu pagar pelo formato físico e ter a embalagem, manual e, às vezes, itens extras para poder exibir?
Distribuir GTA V exclusivamente em formato digital não vai garantir que os piratas joguem no dia do lançamento, mas impedirá que os compradores troquem o jogo por outro, vendam, deem de graça ou façam o que der na mente. O jogo estará sempre na conta online do comprador.
Com isso a Rockstar pretende acabar com o mal que ela considera pior, que é a venda de jogos usados.
Existe uma solução no site www.greenmangaming.com onde você pode vender de volta PARA A LOJA o jogo comprado e eles pagarão barato por ele, mas pelo menos você faz dinheiro e pode reverter para comprar outro jogo na loja.
Agora vem, as softhouses perdem com isso? Não. Pois eles terão certeza que você comprará um jogo novo e ainda por cima se abdicou do direito ao jogo que havia comprado antes. Nenhum outro comprador levou vantagem e comprará aquele jogo que você tinha por um preço mais baixo. Ou seja, ninguém perde (eles muito menos).
Então será essa a melhor solução? Não sei dizer ao certo, mas sei que terei que me acostumar a isso e você também. Existem já vários serviços de distribuição no Brasil que aceitam o seu pagamento em reais, como o http://nuuvem.com.br ou o PontoFrio ditigal (www.pontofrio.com.br), então não há desculpas para ficar de fora.
A loja Nuuvem, por exemplo, está com um incrível jogo, o Virtua Tennis 4 da SEGA por apenas R$ 6,00 hoje.
Bem-vindo à próxima etapa do mercado, estamos esperando só que não venham querer aumentar mais ainda os preços de lançamentos de jogos.
Existem duas lendas que circulam os mundos dos jogos eletrônicos:
Uma diz que a pirataria é o maior mal para as softhouses e seus lucros são prejudicados, principalmente na plataforma PC.
Outra diz que os jogos usados prejudicam muito mais as softhouses do que os jogos piratas, pois para cada jogo usado trocado ou vendido, a softhouse tem que continuar dando suporte mas não ganha um tostão com a transação.
Bem, discutindo a primeira afirmação, normalmente o consumidor de jogos piratas tem o problema sério de acesso aos jogos. Digo isso pois até por volta de 2009 eu era um desses consumidores, tendo um volume de download enorme de jogos piratas e pouquíssimas aquisições de originais. Hoje já é o contrário, onde não tenho a necessidade de nenhum download pirata, salvo quando não tenho acesso a uma DEMO do jogo e quero conhecer antes de jogar. Desculpe as produtoras, mas o que me resta é recorrer às distribuições Skidrow ou Reloaded dos jogos. Jogo pelo menos a primeira fase ou uns 30 minutos para tirar conclusão do jogo e ver se me interessa ou não.
Hoje tenho uma quantidade enorme de jogos originais que não serei capaz de jogar! Estou já próximo a 200 jogos para PC.
Outro fator é que o consumidor compulsivo de produto pirata não é um consumidor em potencial. Um dia poderá se tornar e todos aqueles jogos que um dia já até terminou, talvez vá querer ter original para poder relembrar bons momentos.
Já a segunda afirmação bate na parte que pessoas que não colecionam jogos não tem motivo para ficar guardando os que já terminaram. Então vendem o usado e partem para aquele lançamento que tanto inrteressa. Polêmicas à parte, eu considero válido esse ciclo de reciclagem dos jogos. Mas as empresas não.
Três soluções foram estão em funcionamento hoje em dia (e às vezes usadas de forma combinadas):
1. Ativação de Key do jogo exclusivamente para uma conta cadastrada e intransferível;
2. Distribuição digital que atrela o jogo somente à conta que o ativa;
3. Passe digital que permite que somente uma conta jogue o modo multiplayer.
Hoje ainda podemos dizer que a distribuição exclusivamente digital não é possível em larga escala, pois vários países possuem acesso limitado à internet (oi, Brasil), mas é evidente que no futuro próximo isso será o padrão e provavelmente não veremos mais jogos expostos na prateleira.
Peter Moore já desclarou a intenção da EA de vender os seus somente em formato digital em até cinco anos, outras empresas já possuem lançamentos que estão sendo distribuídos somente nesse formato e agora a Rockstar anunciou que provavelmente GTA V não terá mídia física.
Isso representa uma mudança de mentalidade não só das softhouses, mas também dos consumidores, pois as empresas não tomariam essa atitude se não fosse lucrativo. A previsão é que já em 2011 as vendas digitais ultrapassassem as vendas em mídia física, com certeza em 2012 já serão maioria.
A comemoração com isso é compreensível: as softhouses estão maximizando os seus lucros, pois não estão arcando com embalagens, manuais, gravação de mídias, transporte e outros custos que envolvem uma distribuição nesse formato.
Por esse motivo vários jogos nunca chegaram a dar à luz no Brasil, mas com a distribuição digital o jogo é lançado no exterior e, imediatamente, está disponível aqui.
Agradará a uns, mas desagrada a outros. Dentre os pontos que desagradam estão o preço salgado. Oras, se o jogo em mídia física custa por volta US$ 49,99 ou US$ 59,99, por qual motivo custaria o mesmo em mídia digital? Você tem bem menos "atravessadores", menos custos a incluir. É, de certa forma, injusto.
Se os jogos distribuídos de forma digital tivessem um preço mais baixo, não poderia atingir um público maior? Não havendo problema de espaço não seria melhor então eu pagar pelo formato físico e ter a embalagem, manual e, às vezes, itens extras para poder exibir?
Distribuir GTA V exclusivamente em formato digital não vai garantir que os piratas joguem no dia do lançamento, mas impedirá que os compradores troquem o jogo por outro, vendam, deem de graça ou façam o que der na mente. O jogo estará sempre na conta online do comprador.
Com isso a Rockstar pretende acabar com o mal que ela considera pior, que é a venda de jogos usados.
Existe uma solução no site www.greenmangaming.com onde você pode vender de volta PARA A LOJA o jogo comprado e eles pagarão barato por ele, mas pelo menos você faz dinheiro e pode reverter para comprar outro jogo na loja.
Agora vem, as softhouses perdem com isso? Não. Pois eles terão certeza que você comprará um jogo novo e ainda por cima se abdicou do direito ao jogo que havia comprado antes. Nenhum outro comprador levou vantagem e comprará aquele jogo que você tinha por um preço mais baixo. Ou seja, ninguém perde (eles muito menos).
Então será essa a melhor solução? Não sei dizer ao certo, mas sei que terei que me acostumar a isso e você também. Existem já vários serviços de distribuição no Brasil que aceitam o seu pagamento em reais, como o http://nuuvem.com.br ou o PontoFrio ditigal (www.pontofrio.com.br), então não há desculpas para ficar de fora.
A loja Nuuvem, por exemplo, está com um incrível jogo, o Virtua Tennis 4 da SEGA por apenas R$ 6,00 hoje.
Bem-vindo à próxima etapa do mercado, estamos esperando só que não venham querer aumentar mais ainda os preços de lançamentos de jogos.
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Battlefield 3 - Uma análise de sua tecnologia
Sinta a guerra.
Os bastidores do projeto: Battlefield 3
O mundo entrou em compasso de espera pelo lançamento do Battlefield 3. Em um ambiente onde outro jogo dominou por muito tempo (Call of Duty), finalmente uma empresa arriscou milhões de dólares para por outro no mercado. Mas até que ponto isso realmente justificou e em que nos beneficiou?
Antes de mais nada vamos voltar um pouco no passado e vamos comentar de Battlefield: Bad Company 2. Um jogo que quase ficou legado aos consoles teve o seu lançamento no PC, porém agradou muito mostrando à DICE e à EA uma oportunidade antes não imaginada: dar um salto para a franquia de coadjuvante para principal.
Battlefield: Bad Company 2 extraiu o máximo que os PCs podiam mostrar na época do seu lançamento dada o nível tecnológico existente. O resultado foi brilhante, não só pelos gráficos refinados, mas pelo motor gráfico Frostbite da DICE.
Além de usar algumas instruções compatíveis com o DirectX 11, a engine trazia destruição de construções.
Isso é novidade? Não. Uma outra parceira da EA já havia mostrado o potencial disso em um jogo chamado Black. Esse pontapé inicial foi dado pela Criterion e aperfeiçoado pela DICE.
Mas o que fez Battlefield: Bad Company 2 único e adorado pelos seus fãs é o modo multiplayer. Onde você trabalha em equipe, se envolve verdadeiramente num time, e a sua evolução é mais interessante.
Battlefield 1942 e Battlefield 2 são jogos que nasceram para atender às expectativas dos jogadores de PC e com Battlefield 3 não seria diferente.
Aqui a DICE definiu a ideia de "desenvolver para o equipamento de melhor qualidade e, então, adaptar para os de menor". Essa é uma referência ao poder técnico que os PCs tem em superioridade aos consoles, óbvio. Mas explicando: a DICE iria retirar o máximo de poder que o hardware dos computadores de hoje podem dar e fazer o que for possível para que os consoles atuais tenham uma experiência de jogabilidade similar.
Ela conseguiu? Sim, com louvor.
Enquanto isso, outro grande programador, Jhon Carmack disse justamente o contrário: "você pode desenvolver um jogo para PC e perder muito portando para os consoles ou criar o jogo tendo os consoles como foco e então aproveitar o PC para melhorar a resolução e texturas. Nós escolhemos a última opção".
Quem acertou? A DICE que desenvolveu o jogo baseando-se no hardware melhor ou a id que desenvolveu RAGE pensando nos consoles?
A resposta é fácil: DICE!
RAGE falhou em todos os aspectos: gráficos inferiores, texturas de baixa qualidade, bugs, tearing, stuttering, pop-in e vários outros defeitos provocados, principalmente, por uma adaptção pobre feita da versão dos consoles.
Já Battlefield 3 foi trabalhado para levar o máximo de itens dos PCs para os consoles, mostrando que é uma obra de arte, independente do hardware executado.
Características técnicas de Battlefield 3 e Frostbite 2
Dentre as características que podemos destacar está no uso do FXAA, um sistema de Anti-aliasing desenvolvido pela nVidia que tem menor impacto na imagem (não suaviza tanto quanto o MLAA), mas também degrada menos a performance do jogo.
Outro ponto foi o bem-vindo uso da física HAVOK para os vários efeitos.
Por fim, a tecnologia do motor gráfico Frostbite 2 criou um ambiente riquíssimo em detalhes e mesmo assim obteve um desempenho satisfatório, mesmo em equipamentos modestos para os dias de hoje.
Seria Battlefield 3 a prova que o PhysX da nVidia é uma farsa?
Vejam, esse seria o ponto mais controverso desse artigo-análise.
A engine Frostbite 2 não seria nada se não houvesse uma física capaz de calcular tudo o que ela demanda em matéria de destruição e objetos da tela. A solução encontrada foi o uso da física HAVOK, da Intel.
O que tivemos foi a demonstração que sem a exigência de um hardware dedicado mesmo assim você pode ter todos os tipos possíveis de efeitos. Estamos falando de tecido que balança com o vento, faíscas, folhas voando, fumaça volumétrica, objetos em movimento e cenários destrutíveis.
A melhor parte é que tudo isso sendo executado da mesma forma tanto em GPUs nVidia quanto em AMD. Bem diferente do PhysX que se você não tiver um hardware nVidia, o jogo mostrará somente mais do mesmo.
Quer a prova disso? Então veja esse vídeo em HD que mostra todo o poder da união Frostbite 2 com a HAVOK:
http://www.youtube.com/watch?v=-6H2F37ikQk
Você viu ali o jogo rodando num equipamento com a seguinte configuração:
Processador: Intel Dual Core E5700 3GHz
Placa-mãe: Asus P5G41T-M LX2/BR
Memória: 2GBx2 (4 GB) DDR3 1333MHz
Armazenamento: 1 HDD 320GB (SO) e 1 HDD 1TB (Jogos)
GPU: XFX Radeon HD 6850 1GB GDDR5
Monitor: LG 19" 16:10 resolução 1440x900
Ou seja, comprovadamente um equipamento considerado mediano nos dias de hoje.
Mesmo assim deu conta de executar todos os efeitos com maestria e qualidade. O jogo foi executado com configuração HIGH automaticamente.
Executando benchmark pelo FRAPS 3.4.7, o jogo apresentou o seguinte resultado em 60 segundos de teste na fase Operation Swordbreaker:
Isso mostra que mesmo em HIGH o jogo obteve fotogramas acima dos 30 quadros por segundo no PC com capacidade técnica mediana.
Por isso torcemos para que o Mirro's Edge 2, da DICE, que pode ser lançado ano que vem não use a API de física PhysX da nVidia como o primeiro.
Alguém sabe me justificar o motivo pelo qual para ver efeitos do tipo, mas em menor quantidade do que Battlefield 3 mostrou, eu serei obrigado a ter uma GPU high-end ou uma segunda GPU dedicada da nVidia? Pois então, não achamos até agora nada que não demonstre que o PhysX não seja mais do que uma API cuja finalidade é alavancar vendas de produtos da nVidia.
Review do jogo
Agora vamos ao normal, os detalhes do jogo começando pelo modo campanha.
Primeiramente quero deixar bem claro que são hipócritas todos aqueles que dizem que a parte do interrogatório foi copiado de Call of Duty Black Ops! A EA tem outro jogo que tem um interrogatório como pano de fundo e é muito antes desse jogo. O seu nome é Black e foi feito pela Criterion, que colaborou em Battlefield 3.
Na verdade a campanha e a essência de Battlefield 3 lembra muito Black. Podemos dizer que o jogo é um "sucessor espiritual".
Graficamente o jogo está incrível, mesmo com os bugs de personagens que somem, alguns poucos stutterings e pop-ins que não chegam a incomodar.
O som é algo perfeito. Podemos dar a coroa de majestade para Battlefield 3 pelo excelente trabalho de som 5.1 cujo áudio baseado em armas verdadeiras foram usadas.
A jogabilidade já sofre um pouco com alguns bugs, como o mensionado "personagens que somem". Eu mesmo sofri com isso, pois cheguei em um ponto onde dependia dos outros integrantes da minha equipe, mas eles nunca apareciam. O jogo não prosseguia e nem me permitia voltar.
A diversão no modo campanha é muito boa. Não consigo concordar com quem critica esse modo. Afinal de contas, tem início, meio e fim. Não se perde e contem cenas de grande impacto visual e emocional.
No modo multiplayer o jogo mostra toda o seu poder. Com partidas de até 64 jogadores e mapas que se ajustam perfeitamente para 24, 32, 40, 50 ou 64 jogadores.
Alguns podem dizer que 24 jogadores para os consoles é pouco, mas eu joguei alguns mapas nessa quantidade e posso dizer que o ajuste foi muito bem feito, garantindo até mais diversão do que os 64 jogadores.
Resumindo, um dos melhores jogos dessa geração, em matéria de gráficos podemos dizer que é o melhor.
Veja várias capturas retiradas do jogo rodando no PC acima descrito:
Só clicar nas fotos para ampliar.
Mas aí vem a pergunta: a DICE cumpriu tudo aquilo que ela prometeu naqueles vídeos antes do lançamento? SIM. Completamente.
Avaliação do Jogo
Gráficos: 10
Som: 10
Jogabilidade: 9
Diversão: 9
História: 8
Nota Final: 9.5
Os bastidores do projeto: Battlefield 3
O mundo entrou em compasso de espera pelo lançamento do Battlefield 3. Em um ambiente onde outro jogo dominou por muito tempo (Call of Duty), finalmente uma empresa arriscou milhões de dólares para por outro no mercado. Mas até que ponto isso realmente justificou e em que nos beneficiou?
Antes de mais nada vamos voltar um pouco no passado e vamos comentar de Battlefield: Bad Company 2. Um jogo que quase ficou legado aos consoles teve o seu lançamento no PC, porém agradou muito mostrando à DICE e à EA uma oportunidade antes não imaginada: dar um salto para a franquia de coadjuvante para principal.
Battlefield: Bad Company 2 extraiu o máximo que os PCs podiam mostrar na época do seu lançamento dada o nível tecnológico existente. O resultado foi brilhante, não só pelos gráficos refinados, mas pelo motor gráfico Frostbite da DICE.
Além de usar algumas instruções compatíveis com o DirectX 11, a engine trazia destruição de construções.
Isso é novidade? Não. Uma outra parceira da EA já havia mostrado o potencial disso em um jogo chamado Black. Esse pontapé inicial foi dado pela Criterion e aperfeiçoado pela DICE.
Mas o que fez Battlefield: Bad Company 2 único e adorado pelos seus fãs é o modo multiplayer. Onde você trabalha em equipe, se envolve verdadeiramente num time, e a sua evolução é mais interessante.
Battlefield 1942 e Battlefield 2 são jogos que nasceram para atender às expectativas dos jogadores de PC e com Battlefield 3 não seria diferente.
Aqui a DICE definiu a ideia de "desenvolver para o equipamento de melhor qualidade e, então, adaptar para os de menor". Essa é uma referência ao poder técnico que os PCs tem em superioridade aos consoles, óbvio. Mas explicando: a DICE iria retirar o máximo de poder que o hardware dos computadores de hoje podem dar e fazer o que for possível para que os consoles atuais tenham uma experiência de jogabilidade similar.
Ela conseguiu? Sim, com louvor.
Enquanto isso, outro grande programador, Jhon Carmack disse justamente o contrário: "você pode desenvolver um jogo para PC e perder muito portando para os consoles ou criar o jogo tendo os consoles como foco e então aproveitar o PC para melhorar a resolução e texturas. Nós escolhemos a última opção".
Quem acertou? A DICE que desenvolveu o jogo baseando-se no hardware melhor ou a id que desenvolveu RAGE pensando nos consoles?
A resposta é fácil: DICE!
RAGE falhou em todos os aspectos: gráficos inferiores, texturas de baixa qualidade, bugs, tearing, stuttering, pop-in e vários outros defeitos provocados, principalmente, por uma adaptção pobre feita da versão dos consoles.
Já Battlefield 3 foi trabalhado para levar o máximo de itens dos PCs para os consoles, mostrando que é uma obra de arte, independente do hardware executado.
Características técnicas de Battlefield 3 e Frostbite 2
Dentre as características que podemos destacar está no uso do FXAA, um sistema de Anti-aliasing desenvolvido pela nVidia que tem menor impacto na imagem (não suaviza tanto quanto o MLAA), mas também degrada menos a performance do jogo.
Outro ponto foi o bem-vindo uso da física HAVOK para os vários efeitos.
Por fim, a tecnologia do motor gráfico Frostbite 2 criou um ambiente riquíssimo em detalhes e mesmo assim obteve um desempenho satisfatório, mesmo em equipamentos modestos para os dias de hoje.
Seria Battlefield 3 a prova que o PhysX da nVidia é uma farsa?
Vejam, esse seria o ponto mais controverso desse artigo-análise.
A engine Frostbite 2 não seria nada se não houvesse uma física capaz de calcular tudo o que ela demanda em matéria de destruição e objetos da tela. A solução encontrada foi o uso da física HAVOK, da Intel.
O que tivemos foi a demonstração que sem a exigência de um hardware dedicado mesmo assim você pode ter todos os tipos possíveis de efeitos. Estamos falando de tecido que balança com o vento, faíscas, folhas voando, fumaça volumétrica, objetos em movimento e cenários destrutíveis.
A melhor parte é que tudo isso sendo executado da mesma forma tanto em GPUs nVidia quanto em AMD. Bem diferente do PhysX que se você não tiver um hardware nVidia, o jogo mostrará somente mais do mesmo.
Quer a prova disso? Então veja esse vídeo em HD que mostra todo o poder da união Frostbite 2 com a HAVOK:
http://www.youtube.com/watch?v=-6H2F37ikQk
Você viu ali o jogo rodando num equipamento com a seguinte configuração:
Processador: Intel Dual Core E5700 3GHz
Placa-mãe: Asus P5G41T-M LX2/BR
Memória: 2GBx2 (4 GB) DDR3 1333MHz
Armazenamento: 1 HDD 320GB (SO) e 1 HDD 1TB (Jogos)
GPU: XFX Radeon HD 6850 1GB GDDR5
Monitor: LG 19" 16:10 resolução 1440x900
Ou seja, comprovadamente um equipamento considerado mediano nos dias de hoje.
Mesmo assim deu conta de executar todos os efeitos com maestria e qualidade. O jogo foi executado com configuração HIGH automaticamente.
Executando benchmark pelo FRAPS 3.4.7, o jogo apresentou o seguinte resultado em 60 segundos de teste na fase Operation Swordbreaker:
- Frames mínimo: 13
- Frames máximo: 64
- Frames médio: 41
Isso mostra que mesmo em HIGH o jogo obteve fotogramas acima dos 30 quadros por segundo no PC com capacidade técnica mediana.
Por isso torcemos para que o Mirro's Edge 2, da DICE, que pode ser lançado ano que vem não use a API de física PhysX da nVidia como o primeiro.
Alguém sabe me justificar o motivo pelo qual para ver efeitos do tipo, mas em menor quantidade do que Battlefield 3 mostrou, eu serei obrigado a ter uma GPU high-end ou uma segunda GPU dedicada da nVidia? Pois então, não achamos até agora nada que não demonstre que o PhysX não seja mais do que uma API cuja finalidade é alavancar vendas de produtos da nVidia.
Review do jogo
Agora vamos ao normal, os detalhes do jogo começando pelo modo campanha.
Primeiramente quero deixar bem claro que são hipócritas todos aqueles que dizem que a parte do interrogatório foi copiado de Call of Duty Black Ops! A EA tem outro jogo que tem um interrogatório como pano de fundo e é muito antes desse jogo. O seu nome é Black e foi feito pela Criterion, que colaborou em Battlefield 3.
Na verdade a campanha e a essência de Battlefield 3 lembra muito Black. Podemos dizer que o jogo é um "sucessor espiritual".
Graficamente o jogo está incrível, mesmo com os bugs de personagens que somem, alguns poucos stutterings e pop-ins que não chegam a incomodar.
O som é algo perfeito. Podemos dar a coroa de majestade para Battlefield 3 pelo excelente trabalho de som 5.1 cujo áudio baseado em armas verdadeiras foram usadas.
A jogabilidade já sofre um pouco com alguns bugs, como o mensionado "personagens que somem". Eu mesmo sofri com isso, pois cheguei em um ponto onde dependia dos outros integrantes da minha equipe, mas eles nunca apareciam. O jogo não prosseguia e nem me permitia voltar.
A diversão no modo campanha é muito boa. Não consigo concordar com quem critica esse modo. Afinal de contas, tem início, meio e fim. Não se perde e contem cenas de grande impacto visual e emocional.
No modo multiplayer o jogo mostra toda o seu poder. Com partidas de até 64 jogadores e mapas que se ajustam perfeitamente para 24, 32, 40, 50 ou 64 jogadores.
Alguns podem dizer que 24 jogadores para os consoles é pouco, mas eu joguei alguns mapas nessa quantidade e posso dizer que o ajuste foi muito bem feito, garantindo até mais diversão do que os 64 jogadores.
Resumindo, um dos melhores jogos dessa geração, em matéria de gráficos podemos dizer que é o melhor.
Veja várias capturas retiradas do jogo rodando no PC acima descrito:
Só clicar nas fotos para ampliar.
Mas aí vem a pergunta: a DICE cumpriu tudo aquilo que ela prometeu naqueles vídeos antes do lançamento? SIM. Completamente.
Avaliação do Jogo
Gráficos: 10
Som: 10
Jogabilidade: 9
Diversão: 9
História: 8
Nota Final: 9.5
Marcadores:
AMD,
Apex PhysX,
ATi,
Battlefield,
Battlefield 3,
dice,
ea,
Frostbite,
Frostbite 2,
FXAA,
HAVOK,
Intel,
MLAA,
nVidia,
Origin,
PC,
ps3,
xbox 360
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
The Controller: Novo Reality Show para Gamers
Battlefield 3 vai virar tema para Reality Show que será transmitido via web no canal da Gamespot!
12 pessoas formadas por 6 equipes vão disputar o prêmio de US$ 50.000,00! Mas não será fácil, pois a equipe é formada por um jogador "profissional" de Battlefield e um... noob!
12 pessoas formadas por 6 equipes vão disputar o prêmio de US$ 50.000,00! Mas não será fácil, pois a equipe é formada por um jogador "profissional" de Battlefield e um... noob!
A competição vai se desenrolar da seguinte forma: as equipes vão passar por treinamento militar e depois por disputas no jogo, porém quando chegar nessa parte, quem terá o domínio do controle não será o jogador profissional, mas o noob.
Os episódios irão ao ar toda sexta-feira no canal oficial do Gamespot e é patrocinado pela AMD.
Faça a sua inscrição para assistir em: http://www.youtube.com/user/gamespot
Não deixe de conferir, parece ser muito promissor.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Nova loja online Nuuvem!
Todos nós estávamos à mercê das lojas digitais online internacionais e órfãos de soluções aqui no Brasil.
Recentemente a união da PontoFrio com as Casas Bahia trouxe uma novidade que foi a loja digital para jogos de computador. Você escolhe entre as mais diversas opções, paga no boleto, cartão ou débito em conta e então faz o download do seu jogo.
Porém não era uma "loja dedicada", deixando muito a desejar em vários aspectos. Mesmo assim podemos considerar como um progresso.
Agora, desde o dia 19 de agosto nós temos acesso à nossa loja digital online dedicada, contendo promoções, gerenciamento de download e outros detalhes que finalmente elevou o Brasil a um posto mais alto.
A loja nuuvem.com.br é bem similar ao que você já conhece da Xbox Live, Steam e Direct2Drive. Você acessa a loja pelo o seu navegador de internet, vê as opções de jogos, vai para uma página específica para o mesmo e então pode comprar. Tudo muito familiar, porém agora com o pagamento em moeda local, não sendo nem necessário que você tenha conta em banco! Sim, no Steam e em outras lojas internacionais você seria obrigado a ter cartão de crédito para poder desfrutar, mas agora você simplesmente poderá imprimir o seu boleto, ir a qualquer posto de arrecadação (banco, lotéricas, lojas conveniadas), pagar e receber o seu jogo.
Mas o serviço prestado é bom?
Sim, sou cliente do nuuvem.com.br, não tenho nenhuma filiação, não conheço os proprietários, então posso ser imparcial a respeito do serviço prestado por eles. Sempre que há uma dúvida e você recorre aos vários canais possíveis de contato com a loja, rapidamente eles respondem tentando auxiliar ao máximo.
Só para que se tenha uma ideia do sucesso do nuuvem.com.br no Brasil, a maior parte da divulgação é feita pelos próprios clientes! Principalmente no Twitter (@nuuvem) e Facebook (http://www.facebook.com/nuuvem).
Os preços são outro show à parte, são em sua grande maioria mais baixos do que os praticados em outras lojas digitais, como o Steam e Direct2Drive.
O funcionamento da loja é como outra qualquer:
No início nem tudo foram flores. Bugs na página, velocidade baixa de download, quase ofuscaram essa grande inciativa, mas sempre ouvindo os clientes e buscando melhorar, praticamente não há mais problema algum à vista.
Prós do nuuvem.com.br:
Contras que ainda existem no nuuvem.com.br:
Mas isso são detalhes pequenos que, acredito, serão ajustados à medida que o tempo passe.
Aproveite as promoções do Mega Outubro!
Parabéns à equipe do nuuvem.com.br!
Porém não era uma "loja dedicada", deixando muito a desejar em vários aspectos. Mesmo assim podemos considerar como um progresso.
Agora, desde o dia 19 de agosto nós temos acesso à nossa loja digital online dedicada, contendo promoções, gerenciamento de download e outros detalhes que finalmente elevou o Brasil a um posto mais alto.
A loja nuuvem.com.br é bem similar ao que você já conhece da Xbox Live, Steam e Direct2Drive. Você acessa a loja pelo o seu navegador de internet, vê as opções de jogos, vai para uma página específica para o mesmo e então pode comprar. Tudo muito familiar, porém agora com o pagamento em moeda local, não sendo nem necessário que você tenha conta em banco! Sim, no Steam e em outras lojas internacionais você seria obrigado a ter cartão de crédito para poder desfrutar, mas agora você simplesmente poderá imprimir o seu boleto, ir a qualquer posto de arrecadação (banco, lotéricas, lojas conveniadas), pagar e receber o seu jogo.
Mas o serviço prestado é bom?
Sim, sou cliente do nuuvem.com.br, não tenho nenhuma filiação, não conheço os proprietários, então posso ser imparcial a respeito do serviço prestado por eles. Sempre que há uma dúvida e você recorre aos vários canais possíveis de contato com a loja, rapidamente eles respondem tentando auxiliar ao máximo.
Só para que se tenha uma ideia do sucesso do nuuvem.com.br no Brasil, a maior parte da divulgação é feita pelos próprios clientes! Principalmente no Twitter (@nuuvem) e Facebook (http://www.facebook.com/nuuvem).
Os preços são outro show à parte, são em sua grande maioria mais baixos do que os praticados em outras lojas digitais, como o Steam e Direct2Drive.
O funcionamento da loja é como outra qualquer:
- Você escolhe o seu jogo;
- Clica no botão Comprar;
- Acessa o serviço da UOL, o Pagseguro (se não tiver uma conta, basta criar);
- Após registrado o pagamento o jogo é adicionado à sua conta;
- Basta seguir as instruções para download ou ativação no Steam.
No início nem tudo foram flores. Bugs na página, velocidade baixa de download, quase ofuscaram essa grande inciativa, mas sempre ouvindo os clientes e buscando melhorar, praticamente não há mais problema algum à vista.
Prós do nuuvem.com.br:
- Preço baixo da maioria dos jogos;
- Atendimento em nosso idioma;
- Interface fácil de se usar;
- Boa lista de jogos para esses seus dois primeiros meses de funcionamento;
- Formas de pagamento diversas e fáceis;
- Está dando suporte aos jogos nacionais.
Contras que ainda existem no nuuvem.com.br:
- Não há um newsletter (ou se tem não funciona) para indicar qual a promoção do dia e quais os jogos novos;
- Falta de indicação de um fator importante: DRM! É de conhecimento que alguns jogos da Ubisoft exigem conexão permanente com internet porém a indicação do DRM usado não é localizada na página, outrossim existem pessoas que possuem problemas com o SECUROM, DRM criado pela Sony, porém também não é especificado na página do jogo se o mesmo usa tal solução;
- A janela PROMOÇÕES não é atualizada, bem como a janela LANÇAMENTOS! Note que às vezes o jogo que consta no quadro animado na parte superior e que está em promoção não aparece na parte dedicada a promoções abaixo, bem como aconteceram casos de jogos entrarem em venda no site, porém não eram listados no quadro de lançamentos;
- Problema com serviços de terceiros, como o Pagseguro, que funciona muito bem, mas, no meu caso em particular, não conectou com o Banco do Brasil para fazer débito em conta;
- Falta publicadoras de sucesso ainda, como CAPCOM, Codemasters, THQ, EA e outras.
Mas isso são detalhes pequenos que, acredito, serão ajustados à medida que o tempo passe.
Aproveite as promoções do Mega Outubro!
Parabéns à equipe do nuuvem.com.br!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Medal of Honor - apurando o MP Beta
São só dois estágios mas...
Já estou a uma semana jogando o Multiplayer Beta de Medal of Honor. Bom, considerando que é um beta, vou expor o que eu vi até agora.
Para começar, existem 3 servidores brasileiros que ficam sempre vazios. Acredito que até os brasileiros estão jogando nos servidores internacionais.
O jogo sai inesperadamente, mas isso é cosia de beta. Então nem conta, mas dá uma raiva quando você está metendo tiro nos caras e naquele momento tenso você vê a sua área de trabalho... putz!
Dá tesão demais. Estou gostando muito do jogo. Kudos para a EA e a DICE.
Suspeitando que a DICE deve estar usando praticamente o mesmo nível de modo multiplayer do Bad Company 2, então estou começando a pensar seriamente em comprar o BC2.
Quem está curtindo o beta está passando pela mesma raiva que eu: o sistema de escolher o servidor é horrível. A barra de rolagem não se ajusta e a EA não lança um update nem a pau para corrigir isso.
Mas, enfim, esse jogo deverá vender demais principalmente pelo modo multiplayer, como ocorre com Call of Duty.
Que venha.
Já estou a uma semana jogando o Multiplayer Beta de Medal of Honor. Bom, considerando que é um beta, vou expor o que eu vi até agora.
Para começar, existem 3 servidores brasileiros que ficam sempre vazios. Acredito que até os brasileiros estão jogando nos servidores internacionais.
O jogo sai inesperadamente, mas isso é cosia de beta. Então nem conta, mas dá uma raiva quando você está metendo tiro nos caras e naquele momento tenso você vê a sua área de trabalho... putz!
Dá tesão demais. Estou gostando muito do jogo. Kudos para a EA e a DICE.
Suspeitando que a DICE deve estar usando praticamente o mesmo nível de modo multiplayer do Bad Company 2, então estou começando a pensar seriamente em comprar o BC2.
Quem está curtindo o beta está passando pela mesma raiva que eu: o sistema de escolher o servidor é horrível. A barra de rolagem não se ajusta e a EA não lança um update nem a pau para corrigir isso.
Mas, enfim, esse jogo deverá vender demais principalmente pelo modo multiplayer, como ocorre com Call of Duty.
Que venha.
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