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domingo, 27 de novembro de 2011

Renegade Ops

Candidato a melhor Arcade Game

Renegade Ops da Avalanche Studios é a mais incrível gratificação em jogo divertidíssimo lançado esse ano.

Entregue no dia 30 de outubro de 2011, o jogo distribuído pela SEGA remete-nos às lembranças da época de ouro dos arcade games, quando íamos às casas de fliperama gastar dinheiro comprando fichas para jogar.

História

Em Renegade Ops o seu objetivo é impedir o terrorista chamado Inferno, um maníaco que quer dominar o mundo. A ONU querendo ceder para ele provoca a ira de um general que forma um grupo chamado Renegade Ops.

Equipado com veículos preparados para detonar tudo, você, sozinho ou acompanhado com até mais 3 amigos, pode sair pelas fases atrapalhando os planos de Inferno.

Gráficos

Tanto no PlayStation 3, Xbox 360 e PCs os gráficos são muito bonitos e bem feitos. Com uma visão superior, o jogo tenta imitar uma HQ viva.

Há muitos efeitos visuais, explosões e cenários variados.

Destaque que para a versão PC o jogo funciona apenas à partir da API DirectX 10, então não é compatível com Windows XP ou GPUs abaixo da GeForce 8xxx ou Radeon HD 2xxx.

Som

Muito justo. Cumpre bem o papel sem exageros. O áudio do jogo é bem característico de jogos arcade.

Diversão

O que dizer de um jogo completo em modo campanha solo? Que tem conquistas, subida de níveis, upgrades e tudo mais? Um jogo que lhe permite jogar com os amigos em tela dividida (mesmo no PC)? Que lhe permite jogar online com até 4 amigos?

É simplesmente um dos jogos mais divertidos dos últimos tempos.

Jogabilidade

Renegade Ops pode confundir um pouco o jogador, mas é necessário o uso dos dois analógicos para que você possa mirar para todos os lados.

Mas o que chama a atenção é que às vezes você quer ir para um lado e fica agarrado ou ao virar cai em um precipício. Talvez o único ponto quase negativo.

Os botões são simples e não causam confusão.

Capturas de telas de Renegade Ops (clique para ampliar):






















Avaliação do Jogo

Gráficos: 9
Som: 8
Jogabilidade: 8
Diversão: 10
História: 8

Nota Final: 8.5 [RECOMENDADO]

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Distribuição Digital: prepare-se para o futuro

Gosta das embalagens dos seus jogos? Cuidado.

Existem duas lendas que circulam os mundos dos jogos eletrônicos:

Uma diz que a pirataria é o maior mal para as softhouses e seus lucros são prejudicados, principalmente na plataforma PC.

Outra diz que os jogos usados prejudicam muito mais as softhouses do que os jogos piratas, pois para cada jogo usado trocado ou vendido, a softhouse tem que continuar dando suporte mas não ganha um tostão com a transação.

Bem, discutindo a primeira afirmação, normalmente o consumidor de jogos piratas tem o problema sério de acesso aos jogos. Digo isso pois até por volta de 2009 eu era um desses consumidores, tendo um volume de download enorme de jogos piratas e pouquíssimas aquisições de originais. Hoje já é o contrário, onde não tenho a necessidade de nenhum download pirata, salvo quando não tenho acesso a uma DEMO do jogo e quero conhecer antes de jogar. Desculpe as produtoras, mas o que me resta é recorrer às distribuições Skidrow ou Reloaded dos jogos. Jogo pelo menos a primeira fase ou uns 30 minutos para tirar conclusão do jogo e ver se me interessa ou não.

Hoje tenho uma quantidade enorme de jogos originais que não serei capaz de jogar! Estou já próximo a 200 jogos para PC.

Outro fator é que o consumidor compulsivo de produto pirata não é um consumidor em potencial. Um dia poderá se tornar e todos aqueles jogos que um dia já até terminou, talvez vá querer ter original para poder relembrar bons momentos.

Já a segunda afirmação bate na parte que pessoas que não colecionam jogos não tem motivo para ficar guardando os que já terminaram. Então vendem o usado e partem para aquele lançamento que tanto inrteressa. Polêmicas à parte, eu considero válido esse ciclo de reciclagem dos jogos. Mas as empresas não.

Três soluções foram estão em funcionamento hoje em dia (e às vezes usadas de forma combinadas):

1. Ativação de Key do jogo exclusivamente para uma conta cadastrada e intransferível;
2. Distribuição digital que atrela o jogo somente à conta que o ativa;
3. Passe digital que permite que somente uma conta jogue o modo multiplayer.

Hoje ainda podemos dizer que a distribuição exclusivamente digital não é possível em larga escala, pois vários países possuem acesso limitado à internet (oi, Brasil), mas é evidente que no futuro próximo isso será o padrão e provavelmente não veremos mais jogos expostos na prateleira.

Peter Moore já desclarou a intenção da EA de vender os seus somente em formato digital em até cinco anos, outras empresas já possuem lançamentos que estão sendo distribuídos somente nesse formato e agora a Rockstar anunciou que provavelmente GTA V não terá mídia física.

Isso representa uma mudança de mentalidade não só das softhouses, mas também dos consumidores, pois as empresas não tomariam essa atitude se não fosse lucrativo. A previsão é que já em 2011 as vendas digitais ultrapassassem as vendas em mídia física, com certeza em 2012 já serão maioria.

A comemoração com isso é compreensível: as softhouses estão maximizando os seus lucros, pois não estão arcando com embalagens, manuais, gravação de mídias, transporte e outros custos que envolvem uma distribuição nesse formato.

Por esse motivo vários jogos nunca chegaram a dar à luz no Brasil, mas com a distribuição digital o jogo é lançado no exterior e, imediatamente, está disponível aqui.

Agradará a uns, mas desagrada a outros. Dentre os pontos que desagradam estão o preço salgado. Oras, se o jogo em mídia física custa por volta US$ 49,99 ou US$ 59,99, por qual motivo custaria o mesmo em mídia digital? Você tem bem menos "atravessadores", menos custos a incluir. É, de certa forma, injusto.

Se os jogos distribuídos de forma digital tivessem um preço mais baixo, não poderia atingir um público maior? Não havendo problema de espaço não seria melhor então eu pagar pelo formato físico e ter a embalagem, manual e, às vezes, itens extras para poder exibir?

Distribuir GTA V exclusivamente em formato digital não vai garantir que os piratas joguem no dia do lançamento, mas impedirá que os compradores troquem o jogo por outro, vendam, deem de graça ou façam o que der na mente. O jogo estará sempre na conta online do comprador.

Com isso a Rockstar pretende acabar com o mal que ela considera pior, que é a venda de jogos usados.

Existe uma solução no site www.greenmangaming.com onde você pode vender de volta PARA A LOJA o jogo comprado e eles pagarão barato por ele, mas pelo menos você faz dinheiro e pode reverter para comprar outro jogo na loja.

Agora vem, as softhouses perdem com isso? Não. Pois eles terão certeza que você comprará um jogo novo e ainda por cima se abdicou do direito ao jogo que havia comprado antes. Nenhum outro comprador levou vantagem e comprará aquele jogo que você tinha por um preço mais baixo. Ou seja, ninguém perde (eles muito menos).

Então será essa a melhor solução? Não sei dizer ao certo, mas sei que terei que me acostumar a isso e você também. Existem já vários serviços de distribuição no Brasil que aceitam o seu pagamento em reais, como o http://nuuvem.com.br ou o PontoFrio ditigal (www.pontofrio.com.br), então não há desculpas para ficar de fora.

A loja Nuuvem, por exemplo, está com um incrível jogo, o Virtua Tennis 4 da SEGA por apenas R$ 6,00 hoje.

Bem-vindo à próxima etapa do mercado, estamos esperando só que não venham querer aumentar mais ainda os preços de lançamentos de jogos.

domingo, 16 de outubro de 2011

Geist Force pode sair esse ano para Dreamcast

Notícias, boatos e poucos detalhes fazem os SEGA Maníacos eufóricos

Geist Force foi um jogo projetado em 1999 para SEGA Dreamcast mas que nunca viu a luz do dia.


imagem



Baseando-se que a lei de patentes protege uma marca por apenas 10 anos se você não renová-la, o beta de Geist Force foi vendido por um funcionário da SEGA para a desconhecida Assemblerforum que sabe da paixão que ainda existe em torno do console branco!

Como foi (e é considerado até hoje) o console mais fácil de se programar, Geist Force está sendo finalizado para então ser lançado agora em 2011. Dentre os problemas estão a questão de quem gravará o GD-ROM (disco do Dreamcast com 1GB de capacidade máxima). Como o console já foi descontinuado, não há empresa especializada nisso, tornando, talvez, o processo muito dispendioso.

Porém, dada a ideia que haverá uma quantidade limitada do produto e que o preço vá seguir essa tendência, o preço de venda por justificar o investimento. Facilmente fãs da SEGA e do Dreamcast pagariam até US$ 100,00 num jogo novo para poderem exibir em suas coleções e encontros de colecionadores.

Provavelmente um dia após o lançamento já haverá as versões ISO do jogo para que os pirateiros possam testar, mas como o produto é voltado para um nicho específico do mercado é pouco provável que a pirataria vá atrapalhar nem que seja 1% das vendas.

Infelizmente é pouco provável que eu mesmo seja um dos sortudos que conseguirá uma cópia oficial do jogo, mas para quem conseguir deixo os meus parabéns.

No link um vídeo para que você tenha noção do jogo: SEGA Dreamcast: Geist Force video






Detalhe: o Dreamcast foi considerado como o campeão dos Shoot'em up!

sábado, 3 de julho de 2010

Alpha Protocol - Review

Injusto dizer que esse jogo é ruim

Alpha Protocol é um RPG no melhor estilo que vem aparecendo no ocidente, como o Mass Effect! Infelizmente como o Mass Effect 2 apareceu antes desse jogo as comparações talvez não fizeram justiça ao jogo. Foi duramente criticado, mesmo estando com notas razoavelmente boas na mídia especializada.


Bom, agora eu pude testar o jogo no X360 e nos PCs.

Você encarna o Michael Thorton, um ex-agente do governo que fora traído e expulso por não ter conseguido fazer nada contra um ataque terrorista a um avião de passageiros. Tempos depois, você acorda numa cama de uma unidade médica dentro da organização Alpha Protocol, uma agência de espionagem particular que presta serviços ao governo americano. Como sua primeira missão você terá que investigar e prender o líder terrorista Al-Samad.

Analisando o jogo em partes nós temos que o enredo em nada lembra Mass Effect. Lá é no futuro e aqui é no presente. Se for apenas pelos dois serem RPGs parecidos na jogabilidade então aí sim fica comprovada que a comparação é sem cabimento.

Eu sou fã de Mass Effect, mas tratarei de analisar o jogo a frio modo. Sem o passionismo de querer compara-lo à obra prima da Electronic Arts.

Primeiramente a jogabilidade. Único ponto similar, talvez, ao jogo da EA. Aqui os controles do X360 são simples, nada de exigências maiores. Nos PCs você pode escolher entre usar o conjunto teclado+mouse ou o joystick padrão X360.

Na verdade eu tenho a ousadia o suficiente de dizer que esse jogo é mais parecido com Syphon Filter ou Metal Gear do que com Mass Effect em sua jogabilidade. No direcional digital você coloca gadgets (como bombas, rádio, flashbangs ou First-Aids), usando o botão LT você mira e o RT atira! O analógico esquerdo movimenta, o direito move a câmera, botão A serve para andar mais rápido ou tomar decisão e o Y troca a arma. Ah, tá, o B serve para dar porrada! Como eu disse: Syphon Filter puro!

Os momentos de RPG na jogabilidade está em "hackear" os PCs, sabotar o esquema elétrico dos alarmes ou abrir cadeados. A parte de abrir os cadeados achei um porre tão grande, que quando eu achava uma parta fechada assim, metia o chute! Que venham os inimigos, prefiro ao invés de perder tanto tempo com os cadeados.

Tanto "hackear" os PCs quanto mexer no esquema elétrico dos alarmes também ficaram muito chato. Às vezes o esquema é tão grande que fica difícil fazer uma análise do joguinho de "qual caminho pegar até o ponto X?".

O diálogo é também diferente do modo que a BioWare usou em Mass Effect. Lá você escolhe literalmente a resposta. Aqui você escolhe o "tom" da resposta.

Normalmente [X] para bom humor, [Y] para resposta agressiva e [B] para uma resposta profissional. De acordo com as suas respostas ou você vai ganhando afinidade ou vai perdendo. E não se engane que você deve apenas GANHAR afinidade. É melhor que em alguns casos você tenha o mínimo de afinidade possível, provocando até medo, ganhando respeito e temor do seu companheiro. Cabe a você descobrir de quem impor e de quem agradar.

Na questão dos gráficos, novamente nós temos uma recompilação de um jogo de Xbox 360 para os PCs. O jogo usa a engine Unreal Tournament 3 que é totalmente compatível com o DirectX 10. Mas como o jogo foi projetado para os consoles você não notará nenhuma melhora no seu PC. Sinto muito.

Tanto nos consoles quanto no PC as texturas são de baixa qualidade, ao meu ver. O sistema de iluminação ficou ótimo. Parabéns para a Obsidian, mas o resto...

Os efeitos até agora foram decentes, nada de que você vá dizer: QUE LOUCO!!!!. Apenas mais do que você já viu por aí. Praticamente tudo que há no melhor Syphon Filter, o Logan's Shadow.

O som aí já é outra coisa. Está completo com todos os efeitos possíveis. dolby Surround tanto nos PCs quanto no X360.

A diversão para quem gosta de um Western-RPG vai estar garantida aqui. Você tem que comprar as suas armas, comprar informações, comprar gadgets, comprar de tudo. Haverá maletas espalhadas pelo chão contendo dinheiro.

Tá, sem lógica. Eu até que poderia ir no mercado negro comprar algum item a mais, mas o básico também? A agência de espionagem então me recrutou para trabalho escravo. Eu estou pagando para trabalhar!! Tudo bem que o dinheiro faz parte de qualquer RPG, mas aqui ficou estranho isso ao meu ver. Muito fora da realidade. Até pagar para a agência Alpha Protocol para ter informações você tem! Falha.

Você também ganha AP para poder comprar habilidades especiais. Com essas habilidades você fica um atirador melhor, um hacker melhor ou qualquer outra habiliade lá é melhorada.

Atenção! Há pouca munição no jogo. Gaste bastante dinheiro em munição, sim. Isso não é um FPS, é um jogo de RPG como em FallOut 3, onde se você não tivesse o devido cuidado, teria que usar as mãos apenas.

Concluindo, esse jogo pode não ser tão excelente quanto outro W-RPG que existe, o Mass Effect 2, mas é sim competente. Pena que as partes onde você atua como hacker, técnico eletrônico e chaveiro são chatas e atrapalham a diversão, sem isso o jogo seria muito bom. E quando alguem falar que os menus são difícies, veja pelas fotos abaixo. Eu achei lógicos, simples e enxutos. Até agora não compreendi as críticas.

Pena que o jogo teria se saído muito melhor se ao invés dessas partes chatas que eu citei acima eles tivessem gastado mais tempo nos detalhes gráficos.

Relatório:
Alpha Protocol
Publicadora: SEGA
Programadora: Obisidian
Hardware: PC, Xbox 360, Playstation 3

Gráficos: 07
Som: 08
Jogabilidade: 08
Diversão: 07
Enredo: 09

Nota final: 08

Imagens capturadas do jogo em PC:

Tudo começa aqui


Na falta de arma, saia na porrada


Mirar na cabeça resolve rápido


Fallout - um nome familiar?


Efeito de blur interessante


Se esgueirando para atirar


Esse é o seu QG no Oriente Médio


Como não lembrar de SOCOM?


Agora lembrou Syphon Filter...


Excelentes efeitos de luzes


Desativando alarme


Abrindo cadeados


Sistema de diálogo


Seu Status e habilidades


Comprando armas

Se desejar, bastar clicar nas fotos para poder amplia-las. Fotos versão PC.

Hardware de teste:
Microsoft Xbox 360

PC
Pentium D 3,4GHz
Windows 7 64 bits
2GB de RAM DDR2
GeForce 8800GT 512MB

Abraços.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

SEGA Saturn nos virtuais consoles

Sonhar não custa nada

Depois de ressuscitar o Master System no Virtual Console do Wii, disponibilizar alguns jogos do Mega Drive através da Xbox Live e do Steam e de se convencer que os jogadores querem a volta dos títulos do Dreamcast, a Sega finalmente parece estar se dando conta da enorme quantidade de franquias de peso que possui e agora estuda a possibilidade de relançar digitalmente alguns jogos de outro de seus consoles, o Saturn.


A revelação foi feita por Yosuke Okunari, produtor dos remakes do último videogame da empresa, ao explicar porque a companhia japonesa não vende jogos do videogame com nome de planeta nas redes online, tendo passado direto para as conversões de jogos do Dreamcast.

“Quando você olha globalmente, o Mega Drive e o Dreamcast são bem conhecidos, mas o Saturn nem tanto. Durante aquele período, o Playstation e o Nintendo 64 eram um sucesso no ocidente, mas para ser honesto, o Saturn não era. Por isso optamos pelo Dreamcast. Não é que o estejamos ignorando, acho que pode perceber, considerando que já convertemos para outros consoles o Night Into Dreams e outros títulos.

O que anunciamos por enquanto é um projeto onde consecutivamente lançaremos títulos que apareceram no Dreamcast. Isso a parte, é claro que estamos pensando em converter jogos do Saturn. Não é que não tenhamos intenção de portar títulos dele, então, por favor, compartilhem seus pedidos.“

Até hoje não consigo chegar a uma conclusão se o problema do Saturn foi a incompetência da Sega ou o tremendo sucesso do Playstation, mas o fato é que se tratava de um bom console e que possuía ótimos jogos. Acho que a maioria de seus jogos ficariam horríveis numa TV de alta definição, mas só de lembrar de games como Panzer Dragoon, Daytona USA, Astal, Guardian Heroes, Dragon Force e Radiant Silvergun, é impossível não torcer para que a possibilidade se torne real.
 
Extraído do site: meiobit

terça-feira, 29 de junho de 2010

Emulador de SEGA Saturn

Impossível não se divertir com o Saturn

(atualizado)

O melhor emulador de SEGA Saturn, sem sombra de dúvidas, é o SSF que agora está na versão 12 beta R2.

Com esse emulador você poderá jogar os sucessos mr. Bones, NiGHTS, Astal entre outros.

Baixe aqui o emulador:

http://www.4shared.com/file/aNULKoKC/SSF_012_beta_R2.html

A BIOS do SEGA Saturn você também pode baixar aqui:

http://www.4shared.com/file/uhLwKxI3/SaturnBios.html




Qualquer problema com ISOs de SEGA Saturn, consulte aqui esse artigo: http://vitrinetecno.blogspot.com/2009/05/isos-de-sega-saturn-emuladores.html

Divirta-se e repasse aos amigos.